Era uma vez um comerciante muito, muito rico. Ele tinha seis filhos, três meninos e três meninas, e como era um homem de bom senso, não poupou despesas para que eles pudessem ser bem educados e lhes deu mestres de todos os tipos. Suas filhas eram todas lindas, mas a mais nova era especialmente admirada e, desde pequena, só era conhecida e chamada de "Bela". O nome permaneceu com ela à medida que crescia, o que gerou muita inveja por parte de suas irmãs. A jovem não era apenas mais bonita do que elas, mas também mais gentil e amável. As filhas mais velhas se davam grandes ares, pois se orgulhavam excessivamente de serem tão ricas e não se rebaixavam a receber visitas das filhas de outros comerciantes, pois só se importavam com a companhia de pessoas de alta posição. Não se passava um dia sem que fossem a um baile, a um teatro, a um passeio de carro ou a uma caminhada em alguma parte elegante da cidade, e zombavam da irmã, que passava grande parte do tempo estudando. As moças recebiam muitas propostas de casamento de comerciantes abastados, pois eram conhecidas por serem ricas, mas as duas mais velhas respondiam que não pretendiam se casar com ninguém, a menos que um duque ou um conde fosse encontrado como marido. Mas, embora nos lembremos de que amanhã não seremos piores por termos sido felizes hoje, não nos é permitido esquecer completamente o Espírito do Diabo Azul que aguarda o amanhecer. O feitiço da peça acabou; as luzes se apagam na Feira das Vaidades; e aqui, no desenho do Sr. Dulac, está o líder do nosso Coro de Natal enquanto ele fecha a caixa e os bonecos — "pois nossa peça está encerrada".!
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"Achei que tinha visto uma luz à frente, Jerry", gritou ele. "Lá longe." Ceda à paz o dia de luto!
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Escute. O Chefão acha que os mexicanos vão causar problemas. Ele não sabe quem é o responsável — quem está falando palavrões e causando problemas. Você pode ajudar se descobrir e me contar quem é o homem. Feather-in-the-Wind sabia que era o único plano e começou a correr em longos saltos, mantendo-se bem escondido do mexicano. Havia apenas uma chance de conseguir chegar ao acampamento e voltar antes que Miguel pudesse terminar seu trabalho covarde. Por acaso, ela foi caminhar pela mesma floresta onde encontrara Riquet com o Topete, a fim de meditar mais ininterruptamente sobre o que precisava fazer. Enquanto caminhava, imersa em pensamentos, ouviu um som abafado sob seus pés, como o de muitas pessoas correndo de um lado para o outro, ocupadas. Ouvindo com mais atenção, ouviu um dizer: "Traga-me aquela panela"; outro: "Dê-me aquela chaleira"; outro: "Coloque um pouco de lenha no fogo". No mesmo instante, o chão se abriu e ela viu abaixo de si o que parecia ser uma grande cozinha, cheia de cozinheiros, ajudantes de cozinha e todos os tipos de criados necessários para a preparação de um banquete magnífico. Saiu um grupo de cerca de vinte a trinta cozinheiros, que se instalaram em uma alameda da floresta, em volta de uma mesa muito comprida, e que, cada um com o alfinete de larva na mão e a aba do gorro de pele sobre a orelha, puseram-se a trabalhar, marcando o ritmo de uma canção harmoniosa.
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